Relatório de Administração 2025, distribuído no início de agosto pela Caixa, registra que o déficit do programa de saúde no ano foi de R$ 627,7 milhões, valor coberto por reserva anteriormente acumulada e com o recolhimento, pela Caixa, de contribuições em razão de demandas judiciais concluídas. (tabela).

Receita de usuários corresponde a 45,1% do total arrecadado.
Os grupos mensalidade e coparticipação de usuários totalizaram R$ 1,696 bilhão, valor equivalente a 38,7% da despesa total. Quando considerada a receita total, R$ 3,759 bilhões, o montante recolhido pela Caixa corresponde a 54,9% e a parcela paga pelos usuários, 45,1%. Dispêndio contabilizado na rubrica Administração foi R$ 47 milhões e PAMS, R$ 46 milhões.
Até 2018, o custeio das despesas assistenciais do Saúde Caixa era estabelecido na proporção de 70% para a Caixa e 30% para os usuários, cabendo à Caixa as rubricas administrativas e PAMS – Programa de Assistência Médica Supletiva (tabela, nota 1). Versões do Acordo Coletivo de Trabalho a partir daquele ano permitiram à Caixa incluir tais rubricas, à exceção, no caso das administrativas, do dispêndio com pessoal próprio, no total a ser considerado para cobertura Caixa/Usuários. O limite de 6,5% também é cláusula das diversas versões do Acordo Coletivo desde então.