Artigo publicado pelo Portal Metropolis em 28 de julho, assinado por Demétrio Vicciolhi, traz por título “Caixa paga por posts promovendo Flávio, Bolsonaro e Tarcísio”.
Segundo o articulista, “o patrocínio da Caixa Econômica Federal à Confederação Brasileira de Atletismo (CBTa) tem bancado posts no Instagram exaltando o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), pré-candidato à reeleição ao governo de São Paulo, e a família Bolsonaro, inclusive com declaração de voto a Flávio Bolsonaro. E acrescenta: “A Caixa repassa dinheiro à CBAt para esta contratar medalhistas olímpicos (…) O trabalho deles é realizar seis postagens por mês para difundir o atletismo nas redes sociais, marcando os perfis da Caixa e da Loterias Caixa e usando as hashtags do banco”.
Cobrada pela Fenae a esse respeito, a Caixa informou, registra a Federação em matéria de 30 de julho, que “não mantém contrato de patrocínio ou qualquer vínculo com atletas ou ex-atletas, além de ressaltar que o patrocínio é realizado junto à Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt)”. A confederação, diz a Caixa, foi notificada sobre o caso e estão sendo adotadas as medidas contratuais previstas.
Patrocínio será rompido?
A publicação da Fenae reproduz fala de seu presidente, Sérgio Takemoto, considerando “importante que o banco tenha se manifestado oficialmente sobre o assunto. Nosso objetivo sempre foi buscar informações para garantir transparência e preservar a credibilidade de um programa de patrocínio que é histórico e muito importante para o esporte brasileiro”.
Ao que parece, a posição do banco é aceita Fenae. Não há, por parte da Federação, informação quanto ao acompanhamento de medidas adotadas visando ao cumprimento da proibição de propaganda política pelos atletas ou, caso contrário, rompimento do repasse de recursos de patrocínio.
A ver.