Em manifestação encaminhada ao Ministro Maurício Godinho Delgado, relator do dissídio coletivo provocado pela Caixa junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), a Caixa requer a continuidade do processo, sem a realização de audiência conciliatória.
A manifestação, subscrita por um dos advogados que representa a Caixa, destaca que o banco celebraria acordo se houvesse aceitabilidade por parte das entidades confederativas, no caso Contraf-CUT e Contec, dos termos pretendidos pela Caixa para o julgamento.
Nesses termos, em relação ao Saúde Caixa, pretende a Caixa a elevação de alíquotas e majoração de valores cobrados de usuários, na forma apresentada em suas propostas já rejeitadas, bem como a continuidade de parcelas de cobranças que vêm sendo introduzidas desde 2018. Pretende a continuidade, ainda, da exclusão de vínculo ao Saúde Caixa, quando da aposentadoria, dos admitidos a partir de 1º de setembro de 2018. A participação da Caixa, no custeio, não seria alterada.
O julgamento está marcado para 29 de setembro, terça-feira da próxima semana, com início previsto para 14:30h.