COISAS DE AGORADESTAQUE

Verbos, negócios e crianças dizimadas

Reconhecer a Palestina enquanto estado é a pressão de trabalhistas britânicos ao premiê da Grã-Bretanha, Keir Starmer (Portal Brasil247).

Trump critica fome em Gaza e diz que Israel tem responsabilidade na crise (Infomoney).

O chanceler da Alemanha, Freidrich Merz, exige que o governo de Netanyahu permita o acesso de ajuda para enfrentar a crise humanitária da faixa de Gaza (El País).

O Presidente da França, Emmanuel Macron, reconhecerá a Palestina (UOL).

Lula reafirma que guerra em Gaza é genocídio (Portal EBC – Agência Brasil).

Reconhecer, denunciar, criticar, exigir, reafirmar. Coragem em palavras, mas matança, matança, negócios à parte. As lideranças mencionadas mantêm seus países negociando armas com o estado sionista, pactos de cooperação na área de segurança e fornecem petróleo, enquanto encenam o teatro inútil em fóruns internacionais, onde se aprovam, por desrespeito às leis internacionais, punições nunca efetivadas.

Por meio militar desde 1948, quando criado Israel, sionistas tomam terras árabes, que há séculos abrigavam judeus e não judeus. Em outras épocas genocídio em câmaras de gás, agora armas e fome.

O governo de Israel anuncia que ocupará Gaza por completo e o Knesset, Parlamento israelense, aprovou em julho moção para a anexação da Cisjordânia. Nos intervalos da matança, Israel ataca o Irã, o Líbano, a Síria.

Registra a organização Médicos Sem Fronteira:

“Quarenta e oito por cento das pessoas que morreram devido a ferimentos causados por explosões nas casas de nossos profissionais eram crianças- 40% delas com menos de 10 anos de idade.

“Esse descaso com a vida das crianças indica de forma evidente que essa guerra conduzida por Israel em Gaza é contra todos os palestinos. As crianças de Gaza estão sendo dizimadas”,  reiterou Amande Bazerolle, coordenadora adjunta da equipe de emergência de MSF.

Matar mulheres significa menos nascimento futuros e matar crianças, menos adultos.

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