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Intelectuais e artistas brasileiros subscrevem manifesto; porta-voz da Unicef fala de cemitério em Gaza

Manifesto subscrito por intelectuais e artistas brasileiros apela ao governo Lula a que “sinalize de maneira enfática que não estamos dispostos a compactuar com o crime contra a humanidade em perpetuação na Faixa de Gaza”.  No texto reivindica-se a revogação imediata de “todos os acordos militares e de segurança já firmados com o Estado de Israel” e que se “apoie a reativação do Comitê da ONU contra o crime de apartheid, para que ele possa averiguar e encaminhar para julgamento o caso atualmente em curso no território da Palestina histórica”.

Entre outros, assinam o manifesto os acadêmicos, escritores e filósofos Vladimir Safatle, Marilena Chaui, Márcia Tiburi e Christian Dunker; os atores Paulo Betti e Claudia Abreu; os jornalistas Jamil Chade e Breno Altman; os professores Reginaldo Nasser (PUC-SP), Ruy Braga (USP), Leda Paulani (USP) e Virgínia Fontes (UFF)

Cemitério

Jamil Elder, porta-voz da Unicef – Fundação das Nações Unidas para a Infância disse hoje (31) que “a Faixa de Gaza se tornou um cemitério para milhares de crianças”. O representante da ONU destacou, ainda, que “os números são terríveis: acredita-se que mais de 3.450 crianças tenham sido mortas, e é impressionante ver que esse número está aumentando a cada dia”.

 Com informações dos portais Opera Mundi e DCM

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